quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Desafio

Ao longo do tempo, as necessidades de energia das sociedades evoluíram de acordo com os diversos modelos de civilização.
O consumo de energia tem sido satisfeito usando processos que se baseiam sobretudo na combustão de matérias-primas como o petróleo, o carvão, o gás natural e ainda a energia nuclear.
Contudo, as energias fósseis são fortemente poluidoras e têm contribuído para o aquecimento global do planeta e para as chuvas ácidas que poluem os solos e a água.
A tomada de consciência que as reservas de combustíveis fósseis não eram inesgotáveis, bem como dos danos para o planeta e para a saúde pública, estiveram na base dos Acordos de Quioto em 1998, através dos quais a Europa comprometeu-se a reduzir as emissões de dióxido de carbono.
Tornou-se evidente que a utilização do carvão e do petróleo não correspondia à nova exigência de um desenvolvimento sustentável e que era necessário passar à acção, desenvolvendo a exploração de energias sustentáveis e não poluentes.
Ganhar o desafio das energias renováveis implica uma mudança profunda na abordagem colectiva da sociedade, grande consumidora de energia, assente sobretudo no petróleo.
É, por conseguinte, urgente e indispensável valorizar as imensas reservas de fontes de energias renováveis, limpas e sustentáveis, que o ecossistema terrestre encerra.
Os ciclos atmosféricos e hidráulicos, a radiação solar, a energia das plantas, a geotermia ou a utilização das propriedades combustíveis do hidrogénio constituem outras tantas jazidas susceptíveis de ser exploradas.

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